Aquela que José Saramago nos deu a conhecer no Memorial do Convento.
A Blimunda que via os corpos por dentro, que comia pão de olhos fechados ao acordar, a que colhia vontades para dentro de um frasco ...
Ao ler o livro, cada um de nós imaginou a sua Blimunda.
Para mim ela foi e continua a ser tal como a criei em 1997, marionetas de fios, com cordas, ferros, vidro,...













